Segundo IBGE, educação infantil avançou 84,3% no Brasil

Por 19/12/2016 Gerais

Entre os anos de 2005 e 2015, as crianças brasileiras que têm entre 4 e 5 anos ganharam mais oportunidades de acessarem à educação infantil.

Entre os anos de 2005 e 2015, as crianças brasileiras que têm entre 4 e 5 anos ganharam mais oportunidades de acessarem à educação infantil. Diferentemente do ensino médio que teve um aumento considerado baixo.

educacao-infantilEsses dados foram obtidos na pesquisa chamada de Síntese dos Indicadores Sociais que se baseou na Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (Pnad) e a divulgação ficou a cargo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os documentos obtidos pelo IBGE apontam que a frequência daqueles que tem entre 4 e 5 anos mostra que a frequência escolar dessa população saltou de 62,8% em 2005 para 84,5% no ano passado.

Apesar do aumento, o número ainda está bem longe do que foi estabelecido pelo Plano Nacional de Educação (PNE) 2014 a 2024, pois a meta objetiva universalizar o acesso à educação até o fim desde ano.

Contudo, apesar de estar abaixo, o IBGE assegura que a evolução obtida indica que o alvo poderá ser alcançado até o final de 2016.

Fato é, que o ensino fundamental que atende estudantes entre 6 e 14 anos, apresenta uma taxa de frequência alta. Em 2005, a taxa era de 96,5% e esse número em 2015 aumentou chegando a 98,6%.

Conforme os pesquisadores do IBGE, o principal desafio da educação brasileira está no ensino médio, pois a evolução subiu apenas 3,4 pontos percentuais chegando a 85% no ano passado.

A pesquisa indicou ainda que a inserção de jovens entre 15 a 17 anos avançou de maneira lenta e isso deixou claro a dificuldade que se tem em evidenciar o direito à educação básica obrigatória para aqueles que pertencem a essa faixa etária e que deveria frequentar o ensino médio.

De acordo com o Instituto, a raiz do problema está no elevado nível de repetência, pois segundo dados do PISA, mais de 36% dos estudantes brasileiros já repetiram pelo menos um ano do ensino médio e esse percentual é mais alto do que o visto em países do Caribe e da América Latina.

A análise ainda apontou que mais de 26% dos educandos que têm entre 15 e 17 anos apresentam distorção idade-série e isso quer dizer que eles são mais velhos do que a idade natural que deveriam ter para cursar determinada série.

Apesar do índice ainda ser alto, ele reduziu mais de 10% quando comparado a 2005.

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